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terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Guarda Municipal de Guarujá Usará Armas de Fogo no Ano que Vem


Guardas passarão por treinamento com a PF

A Guarda Civil Municipal de Guarujá se prepara para um upgrade a partir do próximo ano. Além de um concurso que aumentará o efetivo, os guardas passarão a utilizar armas de fogo e pistolas de condutividade elétrica. E com a aprovação da lei que permite a Atividade Delegada nos municípios, a expectativa é ampliar as operações que necessitam da participação da Polícia Militar na Cidade.
Paralelamente, a Guarda Municipal dá andamento ao seu projeto de Governança Local, com ações que contam com recursos do Governo Federal, por meio do Programa Nacional de Segurança Pública em Cidadania (Pronasci). O Município recebeu R$ 1,250 milhão para adquirir novos equipamentos e veículos. Além disso, contratou uma consultoria para fazer um mapeamento sobre segurança na Cidade. Desse estudo, para o qual a sociedade será ouvida, resultará um Plano Municipal de Segurança.
Armas de fogo
Já as armas de fogo devem demorar um pouco mais. A expectativa é que a parte prática do projeto comece depois do Carnaval. “Esse treinamento será criterioso e rigoroso”.
Para isso, um convênio está sendo firmado com a Polícia Federal, que treinará a Guarda. Será realizado um exame psicológico nos guardas civis, depois um treinamento de tiro com carga horária entre 80 e 100 horas. “Dependemos da Polícia Federal para dar andamento. Mas acredito que no primeiro semestre os guardas já estejam utilizando as armas”.
Segundo o coronel, eles utilizarão tanto o taser como as armas de fogo. “Cada um é utilizado em uma situação diferente.”
Concurso
Para 2013 também está previsto um concurso público, que está em estudo. “Para mim, o ideal é que um grupo de policiais seja chamado anualmente, para termos sempre uma Guarda oxigenada. Mas ainda está sendo definido qual deve ser o efetivo fixo”. Atualmente a Prefeitura conta com 298 guardas civis.

GUARDA MUNICIPAL DE BOM CONSELHO (PE) COBRA PAGAMENTO DE GRATIFICAÇÃO DE RISCO DE VIDA



A diretoria da Associação dos Guardas Municipais da cidade de Bom Conselho, através do seu presidente Felipe Ferraz (foto), enviou a administração municipal requerimento coletivo cobrando o pagamento da gratificação de risco de vida para toda a categoria.
 
O requerimento foi protocolado no dia 26 de outubro e encaminhado diretamente a prefeita do município, Judith Alapenha de Lira (PDT).
 
Segundo informações passadas ao nosso blog, a entidade até o momento ainda não recebeu nenhuma resposta do Governo Municipal sobre o assunto.
 
E, a Associação pretende esperar somente até esta semana. A informação que recebemos, é que a categoria vai procurar a Justiça caso a administração municipal não se pronuncie sobre o tema.
 
O pagamento da gratificação de risco de vida para os Guardas Municipais de Bom Conselho está estabelecido no Art. 2º, da Lei 1.533/2012 de 16 de abril de 2012.

Gravações Mostram como Quadrilha Planejava a Morte de Policiais


Gravações autorizadas pela Justiça mostram como uma quadrilha tramava e executava policiais em São Paulo. Uma das gravações envolve Leandro Rafael Pereira da Silva, conhecido como “Léo Gordo”, como mostrou o Jornal da Globo desta sexta-feira (30). A polícia diz que ele saiu da cadeia no dia 12 de julho deste ano com a missão de matar dez policiais militares.

As investigações mostram que uma das vítimas foi o soldado Flávio Adriano do Carmo, assassinado com dois tiros em frente a uma padaria na Zona Sul da capital, no dia 13 do outubro.

Preso há 15 dias, Léo Gordo confessou o crime.

Polícia: “Vocês fizeram dois?”

Léo Gordo: “Foi um”.

Polícia: “Qual esse um que você fez?”

Léo Gordo: “Só foi o da região do Campo Limpo”.

Polícia: “Qual deles?”

Léo Gordo: “Da padaria lá do São Luís”.

Escutas telefônicas revelam como o crime foi planejado. Numa gravação, Léo Gordo telefona para um comparsa. De acordo com a polícia, ele diz que foi até a padaria onde estava a vítima, mas que tem dúvidas se o homem que está lá dentro é mesmo o policial militar marcado para morrer.

Léo Gordo: “E aí, criança… O bico tá aqui, mas nós não sabe se é ele… Tem que ver um cara conhecido porque ele parece…”

Comparsa: “Eu vou ligar pro ‘Japa’ pra ver”.

Meia hora depois, outro comparsa liga para dizer que o grupo saiu do local porque há policiamento na região.

Comparsa: “Nóis tava tudo lá agora. Voltamo sabe por que? Tá tendo um comando… os cara tá enquadrando quem desce e quem sobe lá, tio…”

Em outra conversa, mais uma vez eles pedem ajuda para identificar a vítima.

Comparsa: “Fala pra encostar e mostrar pra nóis. Tá suave. Nóis tá na bala. Nóis tá tudo por perto… “

Neste trecho, um comparsa fala de um carro usado pelos bandidos.

Comparsa: “Tô aqui no morro (…), mas o carro só tá adulterado a placa. Não tá trocada não”.

Perto das 18h, Léo Gordo liga dizendo que todos estão preparados para atacar.

Léo Gordo: “Tá todo mundo aqui… Chegou dois carros… Um tá com a placa trocada e o outro…”

A polícia diz que Léo Gordo liga para perguntar se outro comparsa está chegando porque ele precisa pegar as armas para concluir o ataque ao policial.

Léo Gordo: “Nóis vai pegar a grandona (metralhadora) e uma pista (pistola)… e aí vai pegar as outras (armas) que tiver lá e descer e concluir”.

Segundo a polícia, um dos comparsas desistiu de participar. Léo Gordo liga para avisar que vai atacar mesmo assim.

Comparsa: “Ele foi com quem?”

Léo Gordo: “Não sei com quem ele foi. Veio de moto, sei lá. Deu um perdido em nóis, tio. Mas nóis vai na bala, irmão”.

Comparsa: “É isso”.

Depois do crime, Léo Gordo liga para um homem não identificado e confirma que o policial militar foi assassinado.

Léo Gordo: “Já era… tudo tranquilo. Falou”.

Comparsa: “Até mais, então”.

Nem todos os homens que aparecem nas conversas telefônicas estão presos.

A polícia identificou alguns e continua a investigar as mortes para prender outros criminosos que participaram de execuções a policiais em São Paulo.

Maioridade Penal - Critérios para Verificação da Imputabilidade


O Critério Biológico
É o sistema que considera inimputável o indivíduo com alguma anomalia psíquica, também chamada sistema etiológico, ou seja, presentes uma das causas deficientes (doença mental ou retardamento, desenvolvimento mental incompleto ou embriaguez completa eventual) o indivíduo é considerado inimputável, mesmo que no momento do cometimento do delito o agente estivesse totalmente consciente.
Este critério é taxativo, basta o fato de subsistir distúrbio mental para que se considere o sujeito inimputável, não se leva em conta, por exemplo, a possibilidade de existir momentos de lucidez onde o agente pode ter discernimento, ou seja, saber o que está fazendo, neste caso o correto seria que ele fosse responsabilizado criminalmente pelo ato praticado, o que não ocorre.
O juiz neste caso acaba por não ter muito que fazer, pois, os peritos psiquiatras têm suma importância por se tratar de um sistema que exalta demasiadamente causas físicas, sendo eles os responsáveis por dizer se o agente é inimputável ou não.
Neste critério o menor de 18 (dezoito) anos é considerado inimputável, ou seja, se o agente na véspera de completar 18 (dezoito) anos cometer um delito independente de qualquer circunstância é considerado inimputável, o Brasil utiliza-se deste critério como exceção, pois, até completar 18 (dezoito) anos, o agente é considerado inimputável.
O Critério Biopsicológico
São levadas em conta neste critério as condições biológicas e psicológicas do agente. O Código Penal Brasileiro adotou em regra o critério biopsicológico, também conhecido como normativo ou misto, conforme expressa o artigo 26 do referido diploma legal.
Segundo este critério analisa-se no primeiro momento se o indivíduo tem desenvolvimento mental incompleto ou retardado, ou se é acometido de doença mental, se sim, o agente é considerado inimputável, caso não se verifique nenhuma dessas hipóteses será analisado se o agente tinha discernimento da ilicitude do ato por ventura praticado, se positivo verifica-se se o individuo possuía capacidade de definir ou compreender o caráter ilícito do ato e agir de acordo com este entendimento, será considerado imputável.
Este critério é limitado, como ocorre com o biológico, ou seja, mesmo que o agente compreenda a ilicitude do ato e sendo capaz de cometer o ato pautado neste entendimento, será considerado inimputável, como por exemplo, o menor de 18 (dezoito) anos, critério adotado por países como Portugal, Itália e Alemanha.
O Critério Psicológico
O que se leva em consideração neste critério são as condições psíquicas do individuo no instante da prática do ato ilícito, a prova desta capacidade se dá através de exame psiquiátrico.
O indivíduo que na pratica do ato ilícito encontra-se impedido da compreensão deste ato é considerado inimputável, ao contrário, se agir sabendo da ilicitude do ato e agiu conforme essa compreensão, é considerado imputável, não é necessário, por exemplo, que este entendimento ou compreensão do ato praticado suceda causa mental.
Este sistema é considerado por muitos, falho, no sentido de que o agente da prática de um delito sempre seria examinado para conferir se estava acometido de doença psíquica não se levando em conta nenhum fator pessoal, ou seja, uma criança com seis anos de idade, por exemplo, dispara arma de fogo contra alguém, seria submetido a exame para aferição da imputabilidade penal.
Críticas e Opiniões
O legislador brasileiro entendeu que os menores de 18 (dezoito) anos não são capazes de compreender a ilicitude de suas atitudes por possuírem desenvolvimento mental incompleto, por isso a adoção do critério biológico aos agentes menores de 18 (dezoito) anos.
Cabe ressaltar como já comentado acima, que o Brasil em seu Código Penal de 1969, que não entrou em vigência, previa a punição de infratores na idade compreendida entre 18 (dezoito) e 16 (dezesseis) anos, desde que tivesse desenvolvimento psíquico, ou seja, que compreendesse a ilicitude de sua conduta, o infrator compreendido nesta faixa etária passaria por teste psicológico à época do ato ilícito, para verificação da capacidade de entendimento do ato por ele praticado, seria a real aplicação do critério biopsicológico.
Resta claro, que não é somente a idade do indivíduo que demonstra se ele possui ou não a capacidade de entendimento de sua conduta, são diversos fatores que devem ser levados em conta como: cotidiano, criação, influências, modo e meio de vida.
O critério biopsicológico deve ser realmente aplicado, não deve estar só na regra, deve ser colocado em prática no tocante a avaliação psicológica do infrator a partir dos 16 (dezesseis) anos, pois o critério biológico ( por exceção) que é aplicado a todo infrator menor de 18 (dezoito) anos não mais atende, no meu entendimento, aos anseios da sociedade que evolui tão rapidamente a cada dia.
  RHC 3358 RJ 1994/0001418-Processo:Relator(a):Ministro JOSÉ DANTAS- Julgamento:21/02/1994 Órgão Julgador:T5 - QUINTA TURMA- Publicação:DJ 07.03.1994 p. 3669RSTJ vol. 66 p. 145CRIMINAL. INIMPUTABILIDADE ETARIA. MENORIDADE. - CONTAGEM DOS ANOS. INCENSURABILIDADE DA ASSERÇÃO RECORRIDA, POSTA EM QUE "CONSIDERA-SE PENALMENTE INIMPUTAVEL O AGENTE QUE PRATICA O CRIME NO DIA EM QUE ESTA COMPLETANDO DEZOITO ANOS DE IDADE, INOBSTANTE TENHA SIDO O ILICITO COMETIDO EM HORARIO ANTERIOR AO DE SEU NASCIMENTO". (ART. 27 DO CP, ART. 2. DA LEI 8069/90, C.C. ART. 228 DA C.F.).
 Palomba com clareza explica que “o desenvolvimento do homem se dá de maneira gradativa: Os momentos biopsicológicos do desenvolvimento do ser humano, que se faz aos poucos, sem saltos bruscos, podem ser traduzidos em idade, da seguinte maneira: do nascimento aos 12 anos é o período das aquisições mentais, no qual o cérebro sequer atingiu o seu peso definitivo, lembrando que os neurônios (células cerebrais) se maturam pouco a pouco. Dos 13 aos 18 anos, quando se inicia a espermatogênese no homem e ocorre a menarca na mulher, o cérebro ainda não está totalmente desenvolvido, embora já ofereça condições para, no meio social, o indivíduo formar os seu próprios valores ético morais, e ter os seu interesses particulares. A partir dos 18 anos já está biológica e psicologicamente com suas estruturas suficientemente desenvolvidas e, portanto, apto para a vida. Tudo isso se desenvolve aos poucos, paulatinamente, como a fruta verde que com o tempo amadurece.” (2003, p. 509),
 Art. 26 – “É isento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento. Parágrafo único - A pena pode ser reduzida de um a dois terços, se o agente, em virtude de perturbação de saúde mental ou por desenvolvimento mental incompleto ou retardado não era inteiramente capaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.” - Vade Mecum.10ª Ed.São Paulo:Rideel.2011,p.355.
 Dotti (2005, p. 412) comenta que: “Pelo critério psicológico, a lei enumera os aspectos da atividade psíquica cuja deficiência torna o indivíduo inimputável (falta de inteligência ou vontade normais ou estado psíquicos equivalentes), sem referência às causas patológicas desta deficiência. Basta a demonstração de que o agente não tinha capacidade de entender e de querer, sob o plano estritamente psicológico, para se admitir a inimputabilidade.”
 Segundo Paul H. Mussen (1980, p. 24) “o desenvolvimento é um processo contínuo que começa (...) na concepção. O indivíduo ao envelhecer ainda está em processo de desenvolvimento”.

GUARDA MUNICIPAL DE JANDIRA (SP) É MORTO A TIROS



Givanildo, 40, comemorava vitória de time de futebol do bairro. Dois motoqueiros o abordaram e ele levou cinco tiros, diz a GCM.
Um guarda civil metropolitano foi morto a tiros na noite deste domingo (2) em Jandira, na grande São Paulo, segundo a GCM.
Conforme a Guarda, Givanildo, 40, estava com colegas e familiares em um bar na rua Amaralina, próximo à divisa com Barueri.
Ele comemorava a vitória do time de futebol do bairro em um campeonato quando dois motoqueiros se aproximaram e atiraram nele cinco vezes. Ninguém mais se feriu e ninguém havi sido preso até as 2h desta segunda-feira (3), relata a GCM.
Ainda de acordo com a GCM, ele foi socorrido no Pronto-Socorro da cidade, mas não resistiu os ferimentos.
Givanildo estava na GCM desde 2003 e há 1 ano prestava serviço na administrativo na Delegacia Policial de Jandira.
Ainda na noite deste domingo,um homem foi morto a tiros por um motoqueiro na cidade, de acordo com a Delegacia Civil.

Baleados durante a madrugada, aproximadamente às 0h30 desta segunda-feira, suspeitos em um fusca azul atiraram em dois homens na Rua Juvenal Marques de Oliveira, próximo a um posto de gasolina, segundo a 4ª Cia do 20º Batalhão da Polícia Militar, unidade Jandira.
A polícia informou às 4h25 que os feridos seguiam internados no Hospital Geral de Cotia.
A PM também informa que, aproximadamente às 2h, um homem foi encontrado morto baleado na rua Ailton Esteves de Melo.

Bases municipais viram ‘salas’ de bandidos/ Guarda Civil Metropolitana



Desativação dos postos da guarda municipal na Zona Leste trouxe mais do que insegurança para a região


Duas bases comunitárias da GCM (Guarda Civil Metropolitana), que, um dia, foram promessas de segurança para os moradores da Vila Jacuí e Jardim Helena, na Zona Leste de São Paulo, estão desativadas e sustentam nas paredes as marcas do vandalismo e abandono. Pior: uma delas virou ponto de uso de drogas e hoje é motivo de disputa entre ambulantes, que pretendem construir ali um banheiro, e a Prefeitura, que fala em fazer um projeto social no local. A outra também é usada como “sala” pela bandidagem.
A do Jardim Helena, na Rua São Gonçalo do Rio das Pedras, é a que está em pior estado. Usuários de drogas usam o espaço no qual um dia agentes da Guarda Civil faziam plantão como refúgio para a prática de crimes. Os comerciantes e vendedores que trabalham ao lado da Estação da CPTM Jardim Helena até se uniram para construir no lugar um banheiro público.
Eles dizem ter conseguido autorização da subprefeitura do bairro para a reforma, inclusive fecharam com blocos o buraco aberto por bandidos na parede. “Nós estamos cuidando, compramos uma caixa d’água. Vamos zelar pelo espaço e fazer um banheiro público que vai ajudar muita gente”, conta Cleber Belarmino Pereira, de 37 anos, que trabalha na praça como vendedor ambulante. 
Questionada sobre a liberação do espaço, a Subprefeitura de São Miguel Paulista negou ter dado sinal verde à obra e diz que o posto foi cedido para a Associação Message Soul, que vai desenvolver ali atividades culturais. Ela não comentou o fato de os comerciantes terem até “fechado” a base com blocos.
 
Já os vizinhos da Praça Fortunato da Silveira, em frente à Universidade Cruzeiro do Sul, queixam-se do aumento da violência após a saída dos policiais. No local é frequente o roubo de carros e assaltos. O caso mais grave foi o sequestro de uma universitária na porta da faculdade, divulgado pelo DIÁRIO em 9 de agosto. Quem mora ali atribui o aumento da criminalidade ao fechamento das bases. A delegacia mais próxima fica no centro de São Miguel, a quase 15 minutos da praça. “Viaturas policiais aparecem só quando tem alguma ocorrência. Não fica um carro aqui. Já chamei a polícia porque tive problemas com menores de idade consumindo álcool aqui dentro e a viatura demorou meia hora para chegar”, diz Gilmara Belarmino, de 29 anos, gerente de uma doceria em frente da base desativada.
 
A subprefeitura informou que as bases comunitárias da GCM estão disponíveis para a ocupação de organizações de bairro para o desenvolvimento de projetos culturais ou educacionais sem fins lucrativos, mas não disse se há algum incentivo financeiro para tirar os projetos do papel.

GUARDAS MUNICIPAIS DA BAHIA: SINÔNIMO DE LUTA E DETERMINAÇÃO



As Guardas Municipais da Bahia ultimamente tem se destacado na sua luta para alcançar os seus objetivos.  Guerreiros que não veem distância nem obstáculos para concretizarem seus projetos. 
Percebe-se que essa categoria possui algo importantíssimo chamado de união, estão rompendo com a própria história para construírem uma história melhor. São desbravadores de ideais, cujo pensamento é que o amanhã será melhor hoje, e que, a cada dia é necessário RECOMEÇAR. As sábias palavras do poeta quando afirma: O presente é tão grande, não nos afastemos. Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas. Defini a luta desses guerreiros andando de mãos dadas, lutando pelos mesmos objetivos com determinação, pois “Determinação coragem e auto confiança são fatores decisivos para o sucesso...”